quinta-feira, 30 de junho de 2011

A ARTE NÃO PRECISA DE JUSTIFICATIVA

O livro é no mínimo instigante e nos leva à reflexão de como, quando e porque fazemos ou gostamos de Arte. Fala de uma idéia de nos tornarmos criadores e adoradores daquilo que Deus nos colocou a disposição para que tudo tenha um propósito e não seja feito apenas por fazer. A arte não precisa de justificativa - nem por motivos religiosos ou propósitos evangelísticos, nem por fins econômicos ou políticos.
Deus deu à humanidade a habilidade de fazer grandes coisas: compor, escrever poemas, esculpir, pintar... as possibilidades artísticas existem para serem percebidas e executadas por nós.
Servem para comunicar, para representar valores, para decorar ambientes ou simplesmente ser belo. Já que a arte não precisa de justificativa, ninguém precisa se desculpar por fazer arte.
A Arte pode retratar a realidade fora de nós mesmos, como entendida e vista por nós. Tal realidade pode ser as coisas que vemos, mas também as coisas que experimentamos: amor, fé, afeto, justiça e todos seus respectivos antônimos.
O autor diz que “gosto não se discute” e isso já é um ditado popular: há os que gostam de rock, outros de música clássica, uns preferem paisagens, outros retratos. Embora nossas preferências não possam ser discutidas, nossas escolhas podem já que a qualidade e o conteúdo não são apenas questão de gosto, mas questão de norma.
 “As coisas têm valor por aquilo que são, e não pelas funções que exercem, por mais que estas sejam importantes.”

Por Cláudia Vendrametto

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